segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Sabedoria de Mike Mornard (parte 4) - Aventurando-se

Para quem não lembra quem é Mike Mornard, sugiro ler as partes anteriores.


[...]Minha aventura favorita foi como um Mago de 1º nível. Eu havia escutado sobre uma entrada que levava ao 3º nível de Greyhawk [N.T.: neste caso, "Greyhawk" era a dungeon que eles jogavam, e não a cidade ou cenário em si] e fui atrás.

Sozinho.

Com 3 PV e a magia Enfeitiçar Pessoas.

Apenas eu.

Um Mago de 1º nível.

No Castelo Greyhawek

Com Gary Gygax como Mestre.

Alcancei o 2º nível no fim da noite com XP suficiente para faltar apenas 1 para o 3º nivel. Eu corri, me escondi, joguei lanternas (fogo, olho e um lugar para segurar em um pacote conveniente!), eu me escondi, e me escondi mais um pouco.Então, tenho ondas de "porra nenhuma de simpatia" por pessoas que reclamam que é chato jogar com Magos de nível baixo.

2 comentários:

  1. Mas ele não se divertiu por ser um mago de nível baixo né? E sim um personagem que tinha que ser criativo pra escapar dos desafios, como uma pessoa "comum" num filme de aventura. Assim, dá pra se divertir com qualquer personagem que não tenha como vencer o desafio na porrada.

    Tipo uma sessão onde um guerreiro PJ e um henchman foram encarar uma hidra fodona. Quando viram que iam apanhar, se socaram numa caverna apertada e ficaram jogando setas envenenadas, o PJ revirando a ficha pra achar os muitos venenos que tinha acumulado nos seus 7 níveis, e o jogador considerou uma das cenas mais divertidas da vida.

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  2. Ah, e vale dizer que também não acho chato jogar com qualquer personagem de nível baixo. Na verdade prefiro, porque sempre prefiro abordagens mais humanas nas histórias, e personagens de nível alto pra mim são meio desumanizados

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