quarta-feira, 27 de junho de 2018

Luke, Gary e o Sapo Brigão: origem do bullywug

Sempre achei engraçado na dublagem brasileira do Caverna do Dragão um momento em que um pixie chama um "búli -úgui" de "sapo brigão" (vejam aqui).



Conversando com Luke Gygax, ele me passou a seguinte informação:

Hey Rafael. I don’t recall the exact year, but I was probably 8 or 9. We lived in the country outside of the village of Clinton, WI at that time. We had 22 acres of land with a creek running through the back between the house and the barn. I used to spend time in the woods playing. There was a lot of birds, bugs, frogs, lizards and other creatures. One day my dad was talking about monsters he had made up for an adventure. I enjoyed reading the Monster Manual and making up my own monsters. So I started talking about an idea with him. I liked lizard men so I though why not have frog men. We talked it over and he put the stats to it. And thus the bullywug was invented! In later years I developed the Sobekki for The Lost City of Gaxmoor that we’re essentially tougher lizardmen. My Dad helped me with that too during play testing. Basicamente ele diz que aos 8 ou 9 anos ele passava um tempo brincando numa região com sapos, insetos,lagartos e criaturas do tipo. Um dia, Gygax estava falando sobre um monstro que havia criado. Luke curtia ler o Monster Manual e fazer seus próprios monstros. Como ele gostava do homem lagarto, pensou que seria legal fazer homens sapos. Assim, junto de seu pai, criaram o bullywug. Obs: nesse episódio, destaque para a dublagem "versão brasileira" da resposta do Ent, em +/- 2:10.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Appendix N no Brasil - parte 3


Autores famosos por seus contos tem esse problema: as historias estão espalhadas em diversos livros. Esta lista, a princípio, está completa. Relacionei todos os contos de Howard sobre o cimério, e como podemos ver, apostamos na Pipoca e Nanquim (que tem planos) para que possamos ler em pt alguns contos ainda inéditos aqui.





"The Phoenix on the Sword"  CEeM1 / P7 / CoC1/CoB(PN)
"The Scarlet Citadel" CoC2/ CoB(PN)
"The Tower of the Elephant" CEeM1 / CoC1/ CoB(PN)
"Black Colossus" CEeM2 / CoC1/ CoB(PN)
"Xuthal of the Dusk"' / "The Slithering Shadow" CoC2/ CoB(PN)
"'The Pool of the Black One" CEeM5 / CoC2/ CoB(PN)
"Rogues in the House" CoC2
"Iron Shadows in the Moon" / "Shadows in the Moonlight" CoC2
"Queen of the Black Coast" CEeM4 / CoC1
"The Devil in Iron"  CoC2
“The People of the Black Circle” CoB
"A Witch Shall Be Born" CEeM3
"The Servants of Bit-Yakin" / "Jewels of Gwahlur"
“Beyond the Black River”  CoB
"The Man-Eaters of Zamboula /"Shadows in Zamboula" CoB
“The Hour of the Dragon” CoB
“Red Nails “ PV

Publicadas pós vida
"The Frost-Giant's Daughter" CEeM1 / AFdGdG / CoC1
“Rogues in the House” CEeM1 / CoC2
"The God in the Bowl" CEeM1 / CoC1 /CoB(PN)
"The Vale of Lost Women" CEeM4 / CoC2
“The Black Stranger”
 “Echoes of Valor”
Histórias inacabadas
"The Snout in the Dark" CEeM3
"Drums of Tombalku"
"The Hall of the Dead" CEeM3
"The Hand of Nergal" (fragment) CEeM2

Outros materiais relacionados
"Wolves Beyond the Border"
"The Hyborian Age" CEeM1 / AFdGdG / CoC1/CoB(PN)
"Cimmeria" AFdGdG / CoC1 /CoB(PN)

LEGENDA
AFdGdG: A Filha do Gigante de Gelo
 CEeM: Conan: Espada e Magia
 CoB: Conan, o Bárbaro
CoB(PN): Conan, o Bárbaro (Pipoca e Nanquim)
CoC: Conan, o Cimério
PV: Pregos Vermelhos
 P7: Planeta #7

EDITORAS
Conrad Editora
-Conan, o Cimério Volumes 1 e 2

Editora Três
-Planeta #7

Generale
-Conan: o Bárbaro

Pipoca e Nanquim
-Conan, o Bárbaro

New Comptom Brasil
-Pregos Vermelhos

Red Dragon Books
-A Filha do Gigante de Gelo

Unicórnio Azul
-Conan: Espada e Magia. Volumes 1 ao 5

terça-feira, 5 de junho de 2018

Frank Mentzer sobre Beholders

Retirado do Facebook, com autorização do Frank Mentzer.


Venho usando Beholders desde 1979, e eu era o perito em 1ed de 81 a 86. O texto a seguir vem da grande experiência, mas é basicamente apenas minha opinião:

1- Os outros 7 efeitos também são raios?
Todos os efeitos são originários de um olho e se espalham um pouco. O olho frontal se espalha significantemente; os outros permanecem menos abrangentes (como raios laser), apesar deles ficarem mais largos com a distância.

2- Como o raio anti magia funciona na prática?
Como os dez outros olhos, ativando a vontade. Os efeitos cônicos se espalham rapidamente, distância de 140’

3-Como o raio anti magia interage com resistência a magia?
Depende da Resistência. A padrão é inata, focada em um poder de 11º nível*. O olho central  do Beholder é muito mais poderoso e não dependente de nível, 100% chance de sucesso sem modificadores!

(*Exemplos de Resistência a Magia: usuário nível 5 tenta usar mísseis mágicos em um demônio com 10% de RM. Modificador de dano: 11-5= 6, x 5%=30% bônus por causa do nível, adicionado a uma base de 10%, então 40% de chance que o míssel mágico falhe)

4- Especificamente sobre (sono, medo e lentidão), vocês os considerariam como raios que atavam um único alvo, ou uma área?
Eles não são magias per se, e não estão sujeitas as regras dos usuários de magia (tempo de execução, componentes, are de efeito, etc). Eles são raios, e afetam apenas um alvo (lembre que 5 +DV.são imunes a Sono).

5- (Pergunta sobre Área de Efeito, e…) Or, ainda, os raios atingem apenas um alvo?
Como na resposta #4.
Determinação por nível é necessária, como pode notar. Trate o Beholder como (PV dividido 4.5) Dado de vida/nível para calcular a duração, etc.

6- Sua maior fraqueza aparenta ser sua baixa mobilidade (3”). Eles podem ser seus próprios alvos (telecinese) para aumentar essa velocidade?
Um Beholder nunca atira em si mesmo. Sim, o Mv é sua principal fraqueza, mas sua inteligência é excepcional, portanto sempre mantenha isso em mente (em um dos filmes do D&D, podemos ver Beholders do lado de fora. Suicidas, óbvio, já que podem ser abatidos com flechas muito além do alcance de seus raios).

7- Os efeitos dos raios necessitam de jogadas de ataque?
Não. Trate-os como varinhas usadas por um PC; nenhuma jogada de ataque, mas o alvo (geralmente) pode jogar uma proteção.

8- Eles podem usar os olhos na mesma rodada em que mordem?
Sim, mas qualquer Beholder meia boca nunca entraria em combate corpo a corpo, nunca chegando perto o suficiente para morder, a menos que o grupo surja com algo realmente surpreendente. Ele planeja sua dungeon e suas rotas de acordo, e não os abandona (80% encontrado no lar).


NÃO perguntadas:

a) Os raios são invisíveis?
Você que decide. É muito injusto e não divertido quando você pede ao jogador fazer uma jogada de proteção para seu personagem versus desintegração, e eles não sabem por que e não conseguem ver nada. Sugiro uma cor diferente para cada raio, de forma que eventualmente os oponentes saibam que raios estão acontecendo.

b) Os efeitos dos olhos secundários podem afetar vitimas dentro do raio Anti Magia do olho central?
Não! Este é o problema com o raio central, ele não pode atacar em nenhuma outra direção. Portanto, você pode assumir tranquilamente que ele usa o raio frontal apenas para combater efeitos conhecidos ou vistos de magias, e normalmente assumindo uma postura de ataque ao invés de ficar na defensiva.

c) Como ele planejaria para melhor utilizar suas habilidades?
Meu pior: ele esta abaixo de você, em um fosso vertical. Você olha para baixo, e dez raios vêm na sua direção.
O fosso vertical (muito difícil de escalar), acessa corredores laterais e nichos onde ele pode emboscar perseguidores.

d) Como lidar com locais de acerto e PV?
 Primeiro role 1d20 para local de acerto: 1-15 = corpo (CA 0), 16-17 = Olho central (CA 0), 18-19 hastes (CA 2), 20 olho menor (CA 7). Compare então o ataque com a classe de armadura apropriada (PV para as partes dados na descrição).


Táticas:
“Lentidão” em Guerreiros, “Desintegrar” em usuários de magias (clérigos, druidas, etc) e “Causar Ferimentos Graves” em Magos.
Ignore “Dormir”, os atacantes provavelmente serão imunes.

  

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Appendix N no Brasil - parte 2




Continuando nossa investigação!

Fritz Leiber
Sua obra mais famosa foi o cenário de Lankhmar, com um bom número de livros. Aqui tivemos um volume em quadrinhos, o conto "Ill Met in Lankhmar"* contando o momento em que Gray Mouser e Fafhrd se conhecem, e "The Snow Women" (As Mulheres da Neve), sobre um jovem Fafhrd ainda na sua tribo bárbara, antes de conhecer seu futuro colega gatuno.

* traduzido como "Encontro Fatídico em Lankhmar" no livro Crônicas de Espada e Magia (Arte e Letra), e "Encontro em Lankhmar" na Magazine de Ficção Científica #10 (Revista Globo S.A.)




Andre Norton
Temos um bom número de livros desta autora, mas como não há indicação específica no Appendix N, talvez seja um pouco difícil de identificar algum volume em específico que nos diga respeito.
A série "Witch World" parece ser influente, mas está presente aqui apenas nos sebos.

"Mundo Diabólico" seria o primeiro da saga, "Witch World" (Estcarp Cycle #1). Seguimos com "O Mundo Fantástico de Estcarp (Estcarp Cycle #2).
Em "Encantamentos" (veja anteriormente) temos "Os Sapos de Grimmerdale", um conto da saga (um "spin off" da série);



Andre Norton escreveu "Quag Keep", a primeira novela de D&D já feita (infelizmente, nunca
traduzida).

Edit: Jeff Goad, do excelente "Appendix N Bookclub" me disse que nas recomendações da edição básica de Moldvay, ele especifica a série Witch World.

terça-feira, 27 de março de 2018

Rappan Athuk V - Entrevista com Zach Glazar


(for english version, please go here)


Salve pessoal!
Hoje tive o prazer de fazer algumas perguntas ao Zach Glazar, COO da Frog God Games, diretor de arte e responsável pelas criaturas medonhas da Frog God desde 2017.

Rappan Athuk é uma dungeon escabrosa criada em 2001 mpara o D&D 3ed, evoluindo não apenas em conteúdo, mas migrando para outros sistemas como Pathfinder e Swaord & Wizardry. Está para acabar o Financiamento Coletivo da sua versão para a 5ed do D&D, tendo arrecadado mais de 120 mil (dos 30 mil pedidos).


Sem mais delongas, vamos a entrevista:

1- Oi Zach, obrigado por tirar um tempo para falar conosco sobre a temível Rappan Athuk! Poderia falar um pouco sobre a história desse produto? De onde a ideia surgiu?


A ideia veio da campanha original de 1977 de Bill Webb, fundador da Necromancer e da Frog God Games. Ela cresceu com os anos e eventualmente foi lançada como três módulos no começo dos anos 2000 pela Swrod & Sorcery Studios e Necromancer Games. Em 2012 sofreu uma grande expansão e foi um imenso sucesso de financiamento coletivo para Pathfinder e Swords & Wizardry.

2- Como criaram uma dungeon letal mas justa?

Ela é bem letal, pode ter certeza. Foi desenvolvida em torno de sistemas mais antigos onde nem todo  encontro é vencível e solucionar os problemas (ou correr) é encorajado. Para ter certeza que é justa fizemos um extenso playtest  para a 5ed. Além disso, nosso time de adaptação (conversão de sistema) verificou todas as regras da 5ed várias vezes. Este processo levou quase dois anos.

3- Quais as dificuldades em criar um produto e depois adaptá-lo para vários sistemas diferentes? 

Primeiramente temos que capturar o espírito do jogo. Focar nos pontos fortes e aspectos únicos dando uma adaptada nos encontros e armadilhas é essencial. O desafio é fazer isso e manter um produto reconhecível entre os sistemas. A Frog God Games tem produzido para múltiplos sistemas por muitos anos e nos tornamos bons nisso, mas ainda é algo que nos focamos a melhorar.

4- Qual você acha que seria o grupo ideal de aventureiros para adentrar Rappan Athuk?

Honestamente o grupo perfeito seria menos sobre classe de personagens e mais sobre jogadores cautelosos e espertos. Mas curandeiros são importantes, é claro 😊

5- E sobre as ilustrações? O pessoal das artes recebe apenas guias, tem mais liberdade criativa ou não? Você tem alguma ilustração favorita?

Geralmente criamos um texto que descreve as salas ou temas e o diretor de artes faz um pedido com 5 linhas de descrição. O artista retorna com um rascunho rápido e mudanças são discutidas, retornando para "polir" fazendo as linhas e fundo em preto e branco. As versão em cores é enviada ainda não finalizada e pequenas mudanças são feitas. A versão final é entregue e paga.
Rappan Athuk é um pouco diferente porque temos algumas figuras muito icônicas que foram reimaginadas em cores, e não foram feitas do zero. Minhas duas favoritas são o Revirax e a arte da capa.




















6- O quão longe você acha que o material de RA pode ser expandido?

Muito. Rappan Athuk não é feita por episódios e os níveis não são completados em qualquer ordem específica, de forma que muitas coisas podem ser acrescentadas a qualquer ponto da exploração. Para ser honesto, nenhum de nós
mestrou todo o material, do inicio ao fim, mas a usa em partes em campanhas correntes. Algo para explorar diversas vezes entre aventuras.

7- Alguma dica para os Mestres que querem mestrar esse livro monstruoso?


Sim, useo-o da forma que você quiser com seu grupo. Ele foi criado para ser mexido e customizado. Assim como escrito é deveras mortal e pode ser divertido para grupos que desejem perder seus personagens, mas devido a sua natureza aberta, pode ser adaptada para os níveis de sua campanha.



Aproveitem pessoal, pois restam apenas 3 dias!
https://www.kickstarter.com/projects/froggodgames/rappan-athuk-reborn-for-fifth-edition-go-down-the

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

OSR - Slumbering Ursine Dunes

Este livro fantástico para Labyrinth Lord foi escrito por Chris Kutalik, da "Hydra Collective", tem 68 páginas de aventura pointcrawl (mais infos sobre isso, aqui) e faz parte do seu cenário "Hill Cantons".

Inspirado no folclore Eslavo, esse cenário sandbox (ou pointcrawl - as vezes as coisas se confundem, ehehe) é muito interessante, e entrega muito material em um número perfeito de páginas. Sinto falta de módulos desse tamanho. Claro que também gosto de megadungeons, livros tipo Barrowmaze ou Dwimmermount. Mas tem algo na habilidade de condensar informação que me anima muito mais, além de criar menos pontas a amarrar.

Continuando: por algum motivo qualquer, o grupo acaba nessa região. De todos os pontos interessantes, dois deles são mais "chamativos", ou seja, tem mais história a ser vivida.

A Golden Barge,  um tipo de barco meio futurístico, tem desafios o suficiente para você entender o porque da sugestão do "nível 4".

Já a Glittering Tower parece um pouco mais com uma "torre-dungeon", com war bears (uma raça muito legal, que inclusive é jogável através das regras deste livro) e um senhor da torre pra lá de único (ele é um dos plots de intriga do módulo, por isso não quero falar muito dele).



As intrigas de facção são bem interessantes também, e a dificuldade geral do módulo parece compatível com o anunciado. Claro, presumindo que o grupo não tente matar tudo que encontra pela frente, nem tente "zerar a dungeon" ou "matar o boss" (ou qualquer um desses termos nojentos -blérgh!)


Ursos humanóides, elfos bizarros meio futuristas, um homem tubarão semi deus e muitas coisas estranhas te esperam nas dunas. Alias, outra coisa bacana é uma regra opcional que dá uma escala de "estranheza". Dentre os três níveis, cada um apresenta eventos interessantes, de chuvas de sangue a objetos que aparecem do nada, para deixar tudo bem esquisito.

Achei muito divertido, do modo que tem me satisfeito: esquisito, perigoso e com muitos ganchos de aventura. Recomendado!







Adquira o seu aqui.


terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Appendix N no Brasil - parte 1

Essa ideia tinha me ocorrido a muito tempo, mas os afazeres do dia a dia deixaram ela pra lá. O comentário do colega Crustie Noise me reascendeu essa ideia, e portanto, vamos tentar compilar ao máximo o número de livros que temos por aqui.

Só para os desavisados: "Appendix N" era um dos apêndices no AD&D1ed, em que Gygax relatava livros que o inspiraram na criação do D&D, ou que fossem "leitura obrigatória" para todo fã. A lista completa, em inglês está do lado direito deste blog.

Por fim, esta postagem será atualizada conforme eu conseguir mais informações. Claro, faltam os Conan, Elric e Lankhmar, mas em breve eu os coloco aqui!


Poul Anderson
A Espada Quebrada. Citado diretamente no Appendix N, publicado pela Global Editora e Distribuidora Ltda.






















Leigh Brackett

Escritora prolífica no campo da ficção científica, também conhecida como "A Rainha do Space Opera". Aqui temos "A Equação Humana", com participação de Leigh e Ray Bradbury no conto "Lorelei da Névoa Escarlate"




















Fredric Brown
Existem muitos livros desse autor, conhecido dentre outras características por histórias curtas, de 1 a 3 páginas. Desconheço ainda qual a ligação dele com o Appendix N, e pelo volume de material, não saberia recomendar nenhum em específico.

Edgar Rice Burroughs
Recomenda-se a "série 'Marte'". Uma Princesa de Marte, Os Deuses de Marte, O Comandante de Marte. E claro, John Carter - Entre Dois Mundos (apesar deste ser escrito tendo o filme como base). A série "Pellucidar" não tem muita representatividade em nossa língua, assim com a série "Vênus". Estes primeiros temos pela editora Aleph.

Editora Nacional (1946), e Editora Record (1964)

Edit (10/07/18): Outra série muito importante desse autor é "Pellucidar". Infelizmente não temos os livros desta série por aqui, mas um "spin off" com o Tarzan se passa em Pellucidar (pra quem não sabe, Burroughs é criador do Tarzan). Dois livros e quadrinhos contam essa história.


Gardner Fox
Série "Kothar": Kothar of the Magic Sword ("A Espada das Mil e Uma Mortes"), Kothar and the Demon Queen ("No Reino da Mulher Demônio"), Kothar and the Conjurer's Curse ("A Conjuração dos Feiticeiros".  Esse seria adaptado para uma história em quadrinhos do Conan, Kothar and the Wizard Slayer ("O Mago Exterminador", que junto com "No Reino da Mulher Demônio". fora publicada em um "2 em 1")




Até a data de hoje, apenas o primeiro, Kothar: Barbarian Swordsman, não foi traduzido.

Jack Vance
A famosa série Dying Earth conta com apenas duas entradas aqui. O livro A Agonia da Terra, e o conto "Mazirian, o Mágico", da coleção "Isaac Asimov apresenta: Magos - Os Mundos Mágicos da Fantasia"



Edit 2/1/18
E a história Mazirian, o Mago, que tem no livro Magos, está no Agonia da Terra, que apresenta as seguintes histórias:

Turjan de miir, pág. 5
Mazirian o mago, pág. 27
T'sais, pág. 49
Liane, o viandante, pág. 83
Ulan Dhor, pág. 99
Guyal de Esfera, pág. 133

Obrigado Arnóbio W. Filho, do grupo Amantes de Livros de Ficção Científica no Facebook