Lançada em 2013 pelo (infelizmente terminado) selo "Eldritch Ent.", Curse of the Weaver Queen é um belíssimo trabalho de Tim Kask, veterano na indústria do RPG.
Idealizado para 5-7 jogadores com personagens de nível intermediário, esta aventura e bem modular, e com apenas alguns ganchos narrativos, pode ser utilizada em praticamente qualquer sistema do tema.
Tudo começa com a deusa da lua Arianhrod, que cuida da Roda da vida. Mas para alguns, a Roda se assemelhava a uma teia, e assim, um culto se criou em volta deste tema: aranhas. Ataques fatais e silenciosos ocorrem a noite, e apenas os sortudos sobrevivem para contar as terríveis histórias destas incursões.
A aventura é um dungeon crawl, mas apresenta espaço para interações e muito mais além do "hack'n'slash" que normalmente ocorre em dungeons. Além disso, os desafios são daquele jeitinho maravilhoso old school: se você acha que "está lá, é pra matar", com certeza encontrará a morte rapidinho!
Característica marcante dos mestres da velha guarda, a aventura exige mais dos jogadores do que dos personagens, e imprudências serão recompensadas com a morte lenta (ou não) do seu personagem.
Com pouco menos de 50 páginas, a aventura com certeza agrada mestres Old School, que não precisam tudo mastigadinho e que gostam de tornar uma aventura única.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2018
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
Tim Kask, o primeiro funcionário da TSR
Tim Kask não é apenas umas poucas lendas vivas do RPG. Além de ser muito boa gente, foi editor da Dragon Magazine, teve o grande trabalho de compilar o Suplemento II: Blackmoor (ainda dos 3 livros básicos originais do OD&D, de 74) e mais dezenas de trabalhos em revistas e livros relacionados a RPG
Boa parte dos produtos iniciais de D&D tem seu toque, não apenas as revistas. Vários livros tiveram edição feita por Tim Kask, que sempre esteve envolvido de uma forma ou de outra com o D&D (além de wargames, claro). Já ouviram falar do “Bulette”?
Em 2010 se juntou a Jim Ward, Frank Mentzer e Chris Clark para criar o Eldritch Enterprises, uma nova editora que aproveitou do grande talento destes veteranos para publicar novas aventuras em um sistema genérico, adaptável para qualquer outro.
Dentre seus trabalhos nesta empresa, “Curse of the Weaver Queen” merece um destaque especial. Em primeira instância, podemos achar que se trata de um dungeon crawl com um monstro aranha, mas não é por aí.
Claro que tem uma dungeon, e claro que tem monstros, mas vai muito além. É uma história intrigante, com tragédias e espaço para roleplay, além de ser muito modular, no sentido de que podemos adaptar facilmente para qualquer campanha.
Um livro que consegue com quase 50 páginas contar muita história, ou melhor, contar uma história e dar muito pano pra manga.
Tim é um Mestre das antigas. Usando apenas os livros do OD&D e seu bom senso, sempre traz desafios que atingem mais aos jogadores do que os personagens, bem nos moldes da velha guarda.Sua “escola de mestres” é de um tipo que admiro e tento seguir. Não perder tempo com bobagens (além das eventuais, eheh), propor desafios que devem ser superados nem sempre através de combates ou rolagens de dados e histórias envolventes, que te fazem querer ir até o fim para alcançar o tão cobiçado prêmio.
Seu canal no Youtube tem diversas dicas e curiosidades sobre o jogo e a forma como ele mesmo encara o RPG. Confira aqui e aqui!
Boa parte dos produtos iniciais de D&D tem seu toque, não apenas as revistas. Vários livros tiveram edição feita por Tim Kask, que sempre esteve envolvido de uma forma ou de outra com o D&D (além de wargames, claro). Já ouviram falar do “Bulette”?
Em 2010 se juntou a Jim Ward, Frank Mentzer e Chris Clark para criar o Eldritch Enterprises, uma nova editora que aproveitou do grande talento destes veteranos para publicar novas aventuras em um sistema genérico, adaptável para qualquer outro.
Dentre seus trabalhos nesta empresa, “Curse of the Weaver Queen” merece um destaque especial. Em primeira instância, podemos achar que se trata de um dungeon crawl com um monstro aranha, mas não é por aí.
Claro que tem uma dungeon, e claro que tem monstros, mas vai muito além. É uma história intrigante, com tragédias e espaço para roleplay, além de ser muito modular, no sentido de que podemos adaptar facilmente para qualquer campanha.
Um livro que consegue com quase 50 páginas contar muita história, ou melhor, contar uma história e dar muito pano pra manga.
Tim é um Mestre das antigas. Usando apenas os livros do OD&D e seu bom senso, sempre traz desafios que atingem mais aos jogadores do que os personagens, bem nos moldes da velha guarda.Sua “escola de mestres” é de um tipo que admiro e tento seguir. Não perder tempo com bobagens (além das eventuais, eheh), propor desafios que devem ser superados nem sempre através de combates ou rolagens de dados e histórias envolventes, que te fazem querer ir até o fim para alcançar o tão cobiçado prêmio.
Seu canal no Youtube tem diversas dicas e curiosidades sobre o jogo e a forma como ele mesmo encara o RPG. Confira aqui e aqui!
quinta-feira, 20 de abril de 2017
O Bulette de Tim Kask
É muito estranho quando eu juro que escrevi sobre algo, e quando vou procurar no blog, não encontro!
O pessoal do excelente "Tomos de Sabedoria" fez uma postagem sobre a criatura, usando como referência os vídeos de entrevista com o pai da criatura, Tim Kask. Procurei nas minhas notas, e encontrei o que eu havia escrito, mas aparentemente, nunca publicado.
Vejam também essa postagem de Tony DiTerlizzi sobre o Bulette e seus irmãos de Hong Kong:
http://diterlizzi.com/home/owlbears-rust-monsters-and-bulettes-oh-my/
O pessoal do excelente "Tomos de Sabedoria" fez uma postagem sobre a criatura, usando como referência os vídeos de entrevista com o pai da criatura, Tim Kask. Procurei nas minhas notas, e encontrei o que eu havia escrito, mas aparentemente, nunca publicado.
-Criado por
Tim Kask, sua origem vem de um monstrinho de plástico encontrado em lojas tipo
“1,99”. A pronúncia correta de seu nome é “bu-lêi”. O nome foi dado em função
do formato do brinquedo, que parecia uma bala, sendo inclusive chamado “the
bullet”. Como estavam passando por um período de crítica a qualquer coisa que
fosse francesa (década de 70), o nome “bulette” surgiu como uma brincadeira com
a língua.
-Tim queria
criar um monstro para aventuras ao ar livre, e por isso pensou que seria
interessante que o bulette se alimentasse de cavalos e pôneis, mas que
realmente apreciasse um bom halfling escondido em sua toca.
Recentemente (20/02/2017), Tim me disse que estava ficando muito comum nos jogos os personagens terem "dwarven poneis", pois estes enxergavam no escuro e podiam carregar grandes cargas e eram destemidos. Eles caíram na preferencia dos jogadores, e a pequeno pônei se espalhou como uma praga pelas mesas de RPG. Tim afirma ter criado o bulette para acabar com isso.
-O apelido “landshark” é uma referência a sua barbatana, vista durante seu ataque enquanto o corpo ainda estaria enterrado. Outra referência ao nome veio de um quadro do programa “Saturday Night Live”, em que um tubarão batia na porta das pessoas dizendo ter um telegrama para elas. Em algum momento, ele era referido como “landshark”.
Recentemente (20/02/2017), Tim me disse que estava ficando muito comum nos jogos os personagens terem "dwarven poneis", pois estes enxergavam no escuro e podiam carregar grandes cargas e eram destemidos. Eles caíram na preferencia dos jogadores, e a pequeno pônei se espalhou como uma praga pelas mesas de RPG. Tim afirma ter criado o bulette para acabar com isso.
-O apelido “landshark” é uma referência a sua barbatana, vista durante seu ataque enquanto o corpo ainda estaria enterrado. Outra referência ao nome veio de um quadro do programa “Saturday Night Live”, em que um tubarão batia na porta das pessoas dizendo ter um telegrama para elas. Em algum momento, ele era referido como “landshark”.
Vejam também essa postagem de Tony DiTerlizzi sobre o Bulette e seus irmãos de Hong Kong:
http://diterlizzi.com/home/owlbears-rust-monsters-and-bulettes-oh-my/
terça-feira, 26 de junho de 2012
Novas da EE: aventura para melhorar seu DM
Tim Kask postou no Facebook uma informação muito legal, e só nos resta torcer para que se concretize!
Ao ser indagado sobre os planos futuros da EE (Eldritch Ent.), ele mencionou algo sobre um projeto de Frank Mentez (se você não sabe quem é, não tem lido meu blog! ò__ó)
Bom, se tratando de dois dos game designers mais antigos do D&D, podemos esperar algo no mínimo intrigante. Isso sem contar que "interpretar" neste contexto não remete a "teatro" de personagem, e sim "explicação" de como as coisas estão sendo feitas (ao invés de declarar o uso de mecânicas internas do jogo).
Vamos esperar pra ver!
Ao ser indagado sobre os planos futuros da EE (Eldritch Ent.), ele mencionou algo sobre um projeto de Frank Mentez (se você não sabe quem é, não tem lido meu blog! ò__ó)
"[...] Frank criou uma experiência em role playing tão fora dos padrões que qualquer GM que utilizá-la tem grandes chances de se tornar um GM melhor pela experiência. A nova aventura misteriosa de Frank é como uma "Parris Island" para os GMs.
Bem, mais como um centro de treinamento aeronáutico, na verdade. O ponto é que você sairá de lá como uma pessoa/GM melhor.
[...] A aventura vai testar o GM e levá-lo/a a sacudir a poeira e alongar alguns músculos a muito tempo não alongados. Fazendo isso, [...], creio que tenha o potencial de reacender algum fogo em alguns GMs exaustos (e algumas vezes preguiçosos). Tem tão pouca rolação de dado que é melhor que todos na mesa interpretem suas ações pra valer!"
Bom, se tratando de dois dos game designers mais antigos do D&D, podemos esperar algo no mínimo intrigante. Isso sem contar que "interpretar" neste contexto não remete a "teatro" de personagem, e sim "explicação" de como as coisas estão sendo feitas (ao invés de declarar o uso de mecânicas internas do jogo).
Vamos esperar pra ver!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Como os lobisomens deveriam ser no D&D
Recentemente, Tim Kask (o primeiro funcionario da TSR) comentou no Dagonsfoot que havia assistido ao filme "A Garota da Capa Vermelha" (Red Riding Hood), e como gostou da representação do lobisomen.
Além disso, ele comentou que esta era a real representação que tinham em mente ao adaptar o monstro mítico para D&D: "Grande , assustador, supremamente poderoso, mordida venenosa [ele infecta quem ele morde, transformando-o num lobisomen], saltando como um inseto e resistente a dor".
Tim afirma que era desta maneira que eles representavam um lobisomem, na década de 70, e que eles eram assustadores e fortes o suficiente para apavorar qualquer grupo de aventureiros.
Notamos no filme (assisti ontem) que o lobo realmente é uma grande ameaça. Os camponeses fazem sacrificios para apaziguar a fome da criatura, mas um dia algo dá errado. Sem contar a trama, o padre local chama um sacerdote que lembra o Van Helsing, que chega impondo suas maneiras na vila.
Essa parte, por sinal, é muito legal também, e muito "rpgêsco".
Recomendo então, por mostra uma visão mais tradicional do lobisomem, e pelo grupo de "salvadores" que chega à vila. Ignorem o fato do diretor ser o mesmo do Crepúsculo, e curtam este filme que não é o melhor filme do mundo, mas que com certeza entretém e trás boas idéias para aventuras.
Além disso, ele comentou que esta era a real representação que tinham em mente ao adaptar o monstro mítico para D&D: "Grande , assustador, supremamente poderoso, mordida venenosa [ele infecta quem ele morde, transformando-o num lobisomen], saltando como um inseto e resistente a dor".
Tim afirma que era desta maneira que eles representavam um lobisomem, na década de 70, e que eles eram assustadores e fortes o suficiente para apavorar qualquer grupo de aventureiros.
Notamos no filme (assisti ontem) que o lobo realmente é uma grande ameaça. Os camponeses fazem sacrificios para apaziguar a fome da criatura, mas um dia algo dá errado. Sem contar a trama, o padre local chama um sacerdote que lembra o Van Helsing, que chega impondo suas maneiras na vila.
Essa parte, por sinal, é muito legal também, e muito "rpgêsco".
Recomendo então, por mostra uma visão mais tradicional do lobisomem, e pelo grupo de "salvadores" que chega à vila. Ignorem o fato do diretor ser o mesmo do Crepúsculo, e curtam este filme que não é o melhor filme do mundo, mas que com certeza entretém e trás boas idéias para aventuras.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Tim Kask sobre Bardos e Druídas
O usuário winemaker81 perguntou no Dragonsfoot sobre o bardo no 1ed AD&D, sobre as idéias por trás da classe e tal.
Para quem não sabe, para se tornar um Bardo na 1ed era necessário possuir uma série de pré-requisitos nos atributos, além chegar ao nível 5 como guerreiro, depois trocar para Ladrão, e depois trocar para Druida, onde na verdade, eles seriam bardos treinados por druidas.
Essa ligação dos bardos e druidas pode ser vista claramente no livro A Casa da Floresta, de Marion Zimmer Bradley, e é uma visão muito interessante (que pode ser discutida em outra postagem, caso queiram saber mais). O poder da voz como canal de magia é abordado de forma muito interessante em “Ancestrais de Avalon”, de Diana Paxson.
Bom, aqui estão algumas palavras de Tim Kask sobre o assunto:
(o tópico na integra está aqui)
É interessante pensar diferente. Quero dizer, no mínimo, é um exercício legal de se fazer. Quando comecei a jogar AD&D (2ed), sempre achei o Bardo um “canivete suíço”, porém de má qualidade: ele sabia um pouco de tudo, mas não era realmente bom em nada.
O Druida era um clérigo da natureza, com alguns poderes diferentes. Minha única referência era o Panoramix.
Com o passar do tempo, adquiri outras referências e creio que hoje entendo um pouco melhor o que seria o Bardo e o Druida na visão de Gygax e co. Ambos estão ligados á tradições muito antigas, preservadas com cuidado pelos círculos de membros. Um tipo de “magia divina natural”, “crua”. Uma adoração à forças primitivas, não necessariamente disformes como “Água” ou “Fogo”, mas visões primordiais de que um deus tem várias faces; construtoras e destruidoras.
Para quem não sabe, para se tornar um Bardo na 1ed era necessário possuir uma série de pré-requisitos nos atributos, além chegar ao nível 5 como guerreiro, depois trocar para Ladrão, e depois trocar para Druida, onde na verdade, eles seriam bardos treinados por druidas.
Essa ligação dos bardos e druidas pode ser vista claramente no livro A Casa da Floresta, de Marion Zimmer Bradley, e é uma visão muito interessante (que pode ser discutida em outra postagem, caso queiram saber mais). O poder da voz como canal de magia é abordado de forma muito interessante em “Ancestrais de Avalon”, de Diana Paxson.
Bom, aqui estão algumas palavras de Tim Kask sobre o assunto:
“[...]Gary e eu éramos estudantes dos mitos e mitologia Celta, e muito interessados nos druidas.[...] Foi com um nível de druidismo que olhamos para os bardos, assim como o corpo de ficção relacionado aos bardos, trovadores e menestréis, os poetas cantores.
Estávamos trabalhando num conjunto de regras para introduzir os druidas quando Dennis Sustare nos mandou seus manuscritos brilhantemente concebidos sobre o Druida. Aquilo se tornou a primeira e única contribuição ao D&D do seu gênero: uma classe enviada por um fã que for a adotada por completo no cânone. [...]
Gary graciosamente me deu créditos por ajudar com o bardo. O que fizemos juntos foi conceitualizar o bardo e suas habilidades ideais em termos de RPGs de fantasia. Nos baseamos fortemente em algumas das sagas e eddas [N.T: poesia nórdica] assim como em Hollywood. Percorremos cada material de referencia fictícia ou histórica que pudemos encontrar, então começamos a engrandecê-lo para torná-los tipos de feitos heróicos. Uma vez que a conceitualização havia sido feita, o oficializou. [...]
(o tópico na integra está aqui)
É interessante pensar diferente. Quero dizer, no mínimo, é um exercício legal de se fazer. Quando comecei a jogar AD&D (2ed), sempre achei o Bardo um “canivete suíço”, porém de má qualidade: ele sabia um pouco de tudo, mas não era realmente bom em nada.
O Druida era um clérigo da natureza, com alguns poderes diferentes. Minha única referência era o Panoramix.
Com o passar do tempo, adquiri outras referências e creio que hoje entendo um pouco melhor o que seria o Bardo e o Druida na visão de Gygax e co. Ambos estão ligados á tradições muito antigas, preservadas com cuidado pelos círculos de membros. Um tipo de “magia divina natural”, “crua”. Uma adoração à forças primitivas, não necessariamente disformes como “Água” ou “Fogo”, mas visões primordiais de que um deus tem várias faces; construtoras e destruidoras.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Mais notícias sobre o Castle of Glass
O Paulo "Oculto" fez uma pergunta sobre o Caslte of Glass, se ele teria um sistema específico e tal. Respondi que pelo que li nos fóruns, a intenção da Eldritch Enterprises (EE) é de a princípio fazer aventuras "genéricas" para sistemas de fantasia medieval.
Fui perguntar para o autor, Tim Kask, e obtive a seguinte resposta:
Pelo que sei, os únicos detalhes divulgados até agora falam de uma história sobre a criação de elementos e a influência no clima. Vamos esperar um pouco mais que logo logo a GenCon está ai!
Fui perguntar para o autor, Tim Kask, e obtive a seguinte resposta:
"Enquanto meu ponto de vista criativo e de início permanece sólido no D&D Original e escrevo desta base, EE traduz meu trabalho para mim. Jim Ward traduz os atributos e coisas do tipo em um sistema genérico que iremos usar. Seja qual for o sistema que você use, esperamos mostrar como adaptar nosso material.
Vamos encarar, não é difícil quando você está lidando com clones ou cópias; eu simplesmente ainda não "mudei as engrenagens". É por isso que esta pré-publicação irá parecer "assustadoramente familiar"...
Escrevo histórias que você possa jogar e mudar para caber no seu mundo ou campanha. Meu esforço está na história, a trama, o plano e a diversão. Não poderia me importar menos com o sistema usado para jogar minha aventura; tudo que me importa é diversão. Está se divertindo? É minha primeira preocupação."
Pelo que sei, os únicos detalhes divulgados até agora falam de uma história sobre a criação de elementos e a influência no clima. Vamos esperar um pouco mais que logo logo a GenCon está ai!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Castle of Glass: a primeira aventura da Eldritch Enterprises
Como alguns já devem saber, Tim Kask, Jim Ward, Frank Mentzer e Chris Clark se uniram para criar a Eldritch Enterprises, uma nova editora no mercado.
Recentemente Tim Kask postou no fórum Dragonsfoot uma prévia da capa de uma "edição preview" daquela que será a primeira aventura da empresa: Castle of Glass.

A princípio a capa não impressiona, mas vamos lembrar que é algo provisório e feito para o evento. Podemos notar, contudo, os elementos fantásticos característicos do estilo do sr Kask. A aventura será mestrada por ele mesmo na GenCon deste ano (dias 4-7 de agosto).
Podemos esperar mais novidades sobre a promissora EE após o evento. Resta esperar.
Recentemente Tim Kask postou no fórum Dragonsfoot uma prévia da capa de uma "edição preview" daquela que será a primeira aventura da empresa: Castle of Glass.
A princípio a capa não impressiona, mas vamos lembrar que é algo provisório e feito para o evento. Podemos notar, contudo, os elementos fantásticos característicos do estilo do sr Kask. A aventura será mestrada por ele mesmo na GenCon deste ano (dias 4-7 de agosto).
Podemos esperar mais novidades sobre a promissora EE após o evento. Resta esperar.
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